quinta-feira, 20 de setembro de 2012

la carcél


talvez seja loucura, talvez ignorância
não sei lidar com sua 'permutância'

sua proteção é prisão
somada à ingratidão

não queiras que me comovas a olhos vistos
mas saibas que sinto!


quarta-feira, 8 de agosto de 2012


Não é bonito quando perdemo-nos em nós mesmos!!!!




A verdade é que eu adoro sentir a sujeira no meu sangue, 

quente como um belo dia de verão.
Essa minha constância tornou-se inconstante,
minha displicência custa-me um pouco.
E eu adoro o beijo amargo de uma boca dormente! 









quarta-feira, 2 de maio de 2012

Narciso de Inverno.


Nenhuma verdade, só há vaidade.

ABOMINÁVEL-ADORÁVEL 

Floresces dentro do meu ser teu anseio,
Tua arrogância criva-se na epiderme,
És perfeito és puro defeito.
Alma desnuda, pele nua,
Tua arrogância és acolhedora
Tua pretensão usurpadora
Roubaras minhas utopias,
me destruíras.
Porque és perfeito, és defeito!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cocabilly


A cocaína tá no sangue,
coração transcende pela boca,
a calma se extingue,
é hora de ficar louca.

Essa noite eu não vou parar,
eu não me importo meu amor,
enquanto o psychobilly tocar,
não sentirei tua dor.

segunda-feira, 12 de março de 2012

oco

Estomago vazio. Peito cheio, de angustia, medo, desespero.
A vontade de vaidade toma conta.

Luxuria é aspirada pelo nariz.


Nem com toda fluoxetina do mundo enfiada no rabo, você vai saber o que eu senti, nos teus olhos não há derrota, há cólera velada.
Eis o que sentes, ódio fustiga a carne, e vaza dos teus olhos.

Te desprezo, assim como amo.


E os dedos deslizam por entre as coxas.
Só mais um pouco,
Oco de atenção.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Deus?

Por onde andastes pai?
Por que desamparastes teus filhos?
Esqueceste vóis que eles tem fome?
Fostes cruel oh pai.

Não queirais vóis falares de justiça
Que pecado poderias cometer uma criança?
Por que deixais que sofra se há inocência?
Fostes cruel oh pai.

Perdoai esta blasfêmia,
Mas onde estais o amor?
Fostes cruel pai.

Por que deixais vossos filhos padecer?
Fazei que eu possa entender,
Porque és tão cruel pai.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Inconstância

Sabes querido, não acheis voís que sou uma grande ordinária, desejava eu sentir tua pulsação dentro de mim, não há pecado numa pequena diversão, mesmo que houvesses, sabes tu que adoramos pecar. Por que foges tanto se disseste tu que querias o mesmo? E se não queres por que tantas vezes voltaras atrás?  

sábado, 3 de março de 2012

adeus

é da imundice que nos acolhe,
do descaso que nos abraça,
provem toda nossa raiva guardada no peito
e vomitada em grandes doses de euforia.

não há culpa, não há preocupação.
só há um coração batendo e querendo parar.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

pra que fingir.

Metade do que me transformei, foi por tua culpa.
Não que eu queira te culpar por todos os meus problemas, há muito não sou problema seu. Todos sabem.
Mas eu só queria que soubesse, que quando cai, você não estava la pra segurar a minha mão. Se não me reconhece mais foi por deixar que eu permanecese na inercia, e engolise todo seu desdem. Não, eu não quero jogar a puta-que-o-pariu toda na sua cara, só estou recusando tua ajuda, e desprezando sua falsidade.
A culpa é tua, mas nao precisa agarra-la!